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COMPARTILHANDO CONHECIMENTO

Conheça a estratégia de vendas Bilionária

Sucesso inegável no mercado dos EUA, o MMN, ou Marketing Multinível, ainda dá os primeiros passos aqui no Brasil. Por que, antes disso, você conhece e entende essa máquina, melhor.

Eis aqui, caro empreendedor, mais uma sigla para a nossa já volumosa e uma sopa consistente de letrinhas. Mais uma vez para 5W2H, IPO, KPI, SKU, PDCA, e por aí vai. Mas, se este é um modelo comercial – um canal de vendas estratégicas, de acordo com este artigo, o portal Gestor Atual: o marketing de rede, ou marketing multinível, mais conhecido como MMN.

O que é MMN?

Ainda que você não conheça o termo, não conheça exemplos de como ele é praticado. Herbalife, Natura, Amway, Mary Kay … todas as empresas utilizam o  MMN  como strategy de vendas.

Pois é, de acordo com este texto do blog MMN Expert, o Marketing Multinível é exatamente isso: uma estratégia empresarial de distribuição de bens e serviços, na qual é uma divulgação de produtos do tipo “boca a boca”.

EM SUMA, O MMN FUNCIONA ASSIM: UMA REDE DE DISTRIBUIDORES DE UM PRODUTO OU UM SERVIÇO, ONDE CADA DISTRIBUIDOR PODERÁ RECRUTAR NOVOS DISTRIBUIDORES. AO REALIZAR ESTE TRABALHO, ELE RECEBERÁ BÔNUS.

É importante observar as estratégias de uma estratégia, já que este capital pode ser utilizado em campanhas públicas públicas. E, além de indicar e vender os produtos, os distribuidores à nossa disposição outros distribuidores. Desta forma, constrói-se uma organização de escoamento de produtos com a mesma fonte de recursos.

Por que tem esse nome?

Porque o MMN permite que que uma empresa pague comissões em vários níveis de distribuição – ao contrário do “mononível”, ou o tradicional, em que o distribuidor só recebe no valor da revenda dos produtos.

No caso do MMN, o “marketing” implica o trabalho de venda de um produto ou serviço a ser realizado pelo distribuidor que entra no negócio; e o “multinível” é a forma como este distribuidor será remunerado.

Um exemplo prático de como a coisa funciona (ainda de acordo com o texto do MMN Expert): imagine que você se interesse em ingressar no MMN de uma empresa. Então, ao se cadastrar, você se encarregará de construir uma organização através de seu trabalho de marketing. E o movimento de produtos realizado por meio dessa organização hierarquizada em vários níveis é o que vai gerar os bônus que você receberá da empresa. Ou seja, as pessoas que você indicar serão seu primeiro nível; as pessoas indicadas por quem você indicou serão seu segundo nível, e assim por diante.

Por que é tão importante conhecer o MMN?

Porque se trata de uma poderosíssima estratégia de vendas para muitas empresas. Para você ter uma ideia, o MMN já responde por 96,7% dos US$ 32,18 bilhões de faturamento do setor de vendas diretas nos Estados Unidos (os dados são do DSA – Direct Selling Association).

No Brasil, embora a prática ainda não seja tão difundida, o crescimento do setor é notável: de acordo com o último levantamento realizado pela ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas), o MMN vem crescendo a uma média de 18% ao ano.

Aqui vão alguns outros dados que indicam a relevância do MMN no mercado atual:

• De cada oito lares americanos, pelo menos um desenvolve uma atividade de MMN;

• Universidades Americanas já oferecem cursos de Marketing Multinível em suas grades curriculares; e

• Nos Estados Unidos, gigantes como Coca-cola, Colgate Palmolive, Citibank e outras, ou têm suas próprias divisões de Marketing Multinível, ou se utilizam da estrutura de empresas do setor para escoar algumas de suas linhas de produtos com características pertinentes a esse sistema de vendas.

MMN é o mesmo que pirâmide financeira?

Não; na verdade, as duas práticas se aproximam somente pela promessa de retornos rápidos e volumosos. Porém, a pirâmide financeira é um esquema ilegal que redistribui uma determinada quantia de dinheiro – e geralmente o redistribui de um grande grupo de pessoas a um grupo menor.

Geralmente não há produto ou serviço envolvido: o esquema só funciona quando há novos investidores. Pois, em uma pirâmide, deve-se pagar para entrar no negócio, e é o dinheiro dessas pessoas que nele ingressam que remunera as que já estão lá.

E quando não há novos investidores, não se pode cobrir os retornos, e a atividade entra em colapso. O caso mais famoso é o do americano Bernard Madoff, que tinha uma corretora que pagava juros a clientes antigos com dinheiro de clientes mais novos.

Ora, isso é diferente do conceito de MMN. No segundo caso, existe um produto real, que sustenta o negócio. O sistema de marketing multinível é apenas uma das formas de remunerar os revendedores, já que eles ganham não somente em função do que vendem, mas da captação de novos vendedores formando uma rede.

E no Brasil?

Aqui, a ABEVD é o órgão responsável por sugerir as boas práticas ao setor. E adotou, como referência, o código de conduta da World Federation Direct Selling Association (WFDSA).

Embora se considere que o país ainda está dando os passos iniciais na questão do MMN, já é possível perceber um crescimento exponencial do setor. Em 2013, dos 166 bilhões de dólares movimentados em todo o mundo com vendas diretas, o país respondeu por 38,8 bilhões, ficando em quarto lugar do ranking, de acordo com a ABEVD.

A prova de que este crescimento continuará é que, além da atuação das gigantes do setor, como Natura, Herbalife, Mary Kay e Amway, outras empresas estão entrando no mercado com significativo êxito, como a marca de cosméticos Jequiti.

Ao olharmos para a Natura, por exemplo, capturar informação porque a prática vem ganhando vários adeptos no Brasil. A empresa trabalha em MMN, uma empresa especializada em vendas diretas no país, com 63 milhões de consumidores. Porque se trata de um modelo sólido, em que mais distribuidores implicam mais produtos vendidos – e que a oferta é melhor para novas indicações. Não é um negócio promissor?

Leia mais em   https://endeavor.org.br/mmn/